Como vem sendo habitual, o Novo Núcleo de Teatro organiza um Workshop de Iniciação Teatral aberto a todos.
TEMÁTICA: Propomos-te um desafio que te vai ajudar a pensar de forma criativa, a explorares o teu potencial humano e a teres maior percepção de ti mesmo e do que te rodeia.
LOCAL: No Grande Auditório da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (consultar "informações").
DURAÇÃO: De 10 a 14 de Outubro de 2011, de 2ª a 6ª entre as 20h e as 23h. 5 sessões - 15 horas.
INSCRIÇÃO: Grátis. Aconselhada, mas não obrigatória. Via nntaefct@gmail.com.
FORMADOR: Sandra Hung - Licenciada em Engenharia Física, pela Faculdade de Ciências e Tecnologia, da Universidade Nova de Lisboa, e em Teatro, Formação de Actores, pela Escola Superior de Teatro e Cinema, do Instituto Politécnico de Lisboa. Fez Erasmus no Conservatoire Royal de Bruxelles. Realizou estágio no Théâtre du Soleil com Ariane Mnouchkine. Tem o Curso de Formação de Actores, do Instituto de Formação, Investigação e Criação Teatral, ministrado por Paula Freitas e Adolf Gutkin. Frequentou ateliers de Butoh (Teatro/Dança Japonês) com Maria Reis Lima. Trabalhou como actriz com Adolf Gutkin, João Brites e Anabela Mendes. É membro fundador do Novo Núcleo Teatro, NNT. Com Tartarugas e Migração, galardoado no 23º Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau, em Santa Catarina - Brasil, com o Prémio Destaque da Mostra Paschoal Carlos Magno Ibero-Americana, estreia-se na escrita e encenação. Verbo Müller trata-se do seu segundo projecto de encenação, com apresentações no Teatro Municipal de Almada.
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Verbo Müller em Almada

Verbo Müller é um trabalho de pesquisa e composição teatral centrado no universo do dramaturgo alemão Heiner Müller. Evocado pelo movimento oriental, som e imagem, o objecto cénico quer-se pluridisciplinar, onde uma ideia de corpo, seja ele físico, verbal ou emocional, desajustado, dissonante ou impotente, é o ponto de partida para a criação.
O teu novo amor há-de trajar como
Se fora a minha pele Assim estarei perto de ti
Do teu amor distando completamente de mim
(…)
Quero cindir a humanidade em duas partes
E habitar no meio vazio eu
Nem mulher nem homem
Heiner Müller, Material de Medeia, Trad. Anabela Mendes
Se fora a minha pele Assim estarei perto de ti
Do teu amor distando completamente de mim
(…)
Quero cindir a humanidade em duas partes
E habitar no meio vazio eu
Nem mulher nem homem
Heiner Müller, Material de Medeia, Trad. Anabela Mendes
PRÓXIMAS ACTUAÇÕES: 23 e 24 de Setembro (quinta e sexta) às 21:30h
Teatro Municipal de Almada
Morada: Av. Professor Egas Moniz, 2804 503 Almada
Classificação Etária: maiores de 16
FICHA TÉCNICA:Teatro Municipal de Almada
Morada: Av. Professor Egas Moniz, 2804 503 Almada
Classificação Etária: maiores de 16
Texto - Heiner Müller
Tradução - Anabela Mendes entre outros
Dramaturgia, Encenação e Desenho Cénico – Sandra Hung
Preparação Corporal – Nádia Yoshi
Interpretação – Andreia Arrimar, Carolina Thadeu, Joana Martins, João Matos, Joaquim Horta, Jorge Elias, Mariana Cardoso, Mariana Queiroz, Mauro Soares, Tiago Varandas
Música – Andreia Arrimar, Hugo Pereira, João Santinha (NUSI – Núcleo de Som e Imagem, AEFCT)
Luzes – Marco Ferreira
Fotografia – Joana Mendes, Nuno Loução, entre outros
Grafismo – André Janicas
Figurinos - Etelvina Ferreira
Produção – Mariana Cardoso (NNT)
Vídeo:
Realização - Micaela Fonseca;
Assistência - Nuno Loução e Paulo Velho
Música - Bruno Bizarro

Moita Mostra 2011
O NNT tem o prazer de participar no Moita Mostra 2011 - Encontro D'Artes em Meio Rural, que se vai realizar de 29 de Julho a 07 de Agosto na Aldeia da Moita.
Dia 3 de Agosto, às 22h, vamos apresentar "Um Reino para Um Assassino".
Mais informações, e programa disponíveis em: http://www.geic.pt/site/
Até lá!
Dia 3 de Agosto, às 22h, vamos apresentar "Um Reino para Um Assassino".
Mais informações, e programa disponíveis em: http://www.geic.pt/site/
Até lá!
Arraial NNT
Estreia e temporada - Film Noir

Film Noir - narrativas negras sobre rupturas na ordem das coisas é o mais recente projecto do NNT, que nos leva a viajar pelo universo do género cinematográfico da década dos anos quarenta e cinquenta do século XX, o film noir. Pretendemos a partir dos nossos corpos dar vida a femme-fatales, a heróis que afinal são anti-heróis, a personagem misteriosas e a retornar (sempre) ao glamour retratado nas películas. Durante o processo fomos assaltados por várias questões:
Qual a razão da infelicidade de quem parece absolutamente feliz?
Qual o motivo que leva alguém a tornar-se obsessivo? Especialmente pela morte de quem escolheu para partilhar a vida?
Como pode um jogo de olhares ter um final tão intenso, ao ponto de nos levar à ilusão?
Qual a derradeira razão para não se desistir do que sabemos que não é correcto? Porque o fazemos?
Porque confiamos em aparentes estranhos, colocando nas suas mãos as decisões das nossas vidas?
Estas, ainda nos assolam...

Às vezes, ainda que mascarados, nós estamos de facto a falar sobre nós próprios e não sobre a Barbara Stanwyck ou o Robert Mitchum, ou o Humphrey Bogart. Às vezes, a franja da Barbara Stanwyck foi só um pretexto. Às vezes, a dor dos heróis do noir é difícil de aguentar, parece que queremos ir lá e consolá-los e dizer-lhes que mesmo que ninguém acredite neles, nós acreditamos – nós sabemos a verdade. Às vezes neste nosso Film Noir nós somos eles a tentarem provar a sua inocência face a todas as evidências em contrário, e eles são nós a tentarmos sobreviver às pequenas rupturas na nossa ordem das coisas – todos os dias, caramba, todos os dias.
por Joana Craveiro
Sinopse:
Inspirando-se livremente no género 'film noir', o NNT leva à cena uma criação que reflecte acerca da desordem que um acontecimento banal lança na ordem das coisas, já de si tão frágil, no também frágil papel dos anti-heróis no meio disto tudo, na catástrofe interior em que muitas vezes habitamos, apanhando os restos de nós do chão e nem nos preocupando em disfarçar, em esconder os restos do crime; nas mãos trementes com que apontamos as armas aos outros, já sem convicção, sem coragem e sem meios para continuar por ali - exacto, por aquele caminho que escolhemos já nem sabemos porquê. Film Noir desenvolve-se a partir de sensações, de impressões, de imagens a preto e branco com vultos de costas, nevoeiro, noites, uma cidade qualquer - todas as cidades; situa-se exactamente no sítio onde nos sentimos a perder de vista o que inicialmente nos conduziu até ali, quando olhamos para os que em tempos amámos e não os reconhecemos, nem nos reconhecemos neles, quando os óculos escuros já não chegam para disfarçar as noites mal dormidas (os remorsos?), a dificuldade em enfrentar os dias de sol, em continuar mais um passo nem que seja por cinco minutos. É uma peça que procura desesperadamente encontrar a esperança nos finais infelizes - e nos felizes também.
por Joana Craveiro
Ficha técnica:
Direcção Joana Craveiro
Textos Joana Craveiro, NNT
Espaço Cénico Joana Craveiro
Intérpretes
Andreia Botelho, Elói Barros, Joana Mendes, João Frias, Lia Silva, Mariana Queiroz, Marta Vieira, Teresa Meira, Tiago Varanda
Dramaturgia Joana Craveiro
Figurinos NNT
Fotografia Alexandre Sousa
Grafismo Teresa Serrano
Luz NNT
Cenografia NNT
Música NNT
Vídeo NNT
Produção executiva NNT

Espectáculos
Estreia - dia 16 de Maio de 2011, integrado no Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa (FATAL), no espaço 3.21, na Lx Factory (Alcântara).
Entrada na estreia: 5€.
Para o dia da estreia as reservas devem ser feitas para fatal@reitoria.ul.pt
16, 21 e 28 de Maio às 21h e às 23h;
19, 20, 26 e 27 de Maio às 21h30.
Exibições Privadas com lugares limitados. Reservas para nntfilmnoir@gmail.com até 24h antes do espectáculo.
15 A 20 LUGARES POR ESPECTÁCULO
Entrada
Pequenos gangsters - 4€
Heróis misteriosos e mulheres à beira de um ataque de nervos - 6€
Anti-heróis e mulheres fatais - 10€





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